O que é?
É um teste que determina a probabilidade da gestante ter um feto com Síndrome de Down (trissomia do Cromossomo 21), Síndrome de Edward (Trissomia do Cromossomo 18) ou defeitos de tubo neural.
Qual é a vantagem em se fazer o Teste de Risco Fetal?
Ao fazer o Teste de Risco Fetal se reduz o número de procedimentos de amniocentese. Os procedimentos de cariótipo, que consiste na retirada do líquido amniótico, somente são realizados para a confirmação do Teste de Risco Fetal com risco elevado.
O Teste de Risco Fetal é feito a partir da coleta do sangue materno. Não é um teste invasivo ao bebê.
Quando deve ser feito o Teste do Risco Fetal?
O Teste do Risco fetal pode ser feito no 1º trimestre da gestação, entre a 10ª e a 13ª semana mais 6 dias de gestação. Neste período, são dosadas no sangue materno duas substâncias: a PAPP-A e o b-hCG livre.
Pode também ser realizado no 2º trimestre de gestação entre a 14ª e a 18ª semana. Neste caso, são dosadas no sangue materno três substâncias: a alfafetoproteína (AFP), o hCG total e estriol livre. Nesse período, a AFP pode indicar o risco para os defeitos do tubo neural.
Toda gestante deve fazer o Teste do Risco Fetal?
O Teste do Risco Fetal é indicado para todas as gestantes, de todas as idades, independente de história familiar de casos de malformação congênita.
Mais de 70% das Síndromes de Down (T21) incidem em fetos de gestantes com menos de 35 anos, que representam 85% a 90% das gestações. A probabilidade estatística de uma mulher ter um feto com T21 aumenta progressivamente com a idade da gestante.
Como é feito o Teste do Risco Fetal?
Pela dosagem de substâncias produzidas pelo feto e presentes no soro materno. Associando os resultados obtidos com a etnia, a idade, e o peso da gestante, a idade gestacional, a translucência nucal e o comprimento cabeça-nádega do feto (estimados pelo ultra-som), entre outros dados, o Teste do Risco Fetal é calculado por um complexo software de última geração.
Qual a chance de erro do Teste do Risco Fetal?
A chance de se ter resultados falsos-positivos ou falsos-negativos é de 5%. Um resultado com risco superior ao estimado pela idade materna requer confirmação diagnóstica por outros métodos (cariótipo em líquido amniótico ou em vilosidade coriônica). |