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BETA 2 MICROGLOBULINA - Urinária

Material .: urina - amostra isolada
Sinônimo .: B 2M
Volume .: 1,0 mL
Método .: Quimioluminescênica
Volume Lab. .: 0,5 mL
Rotina .: Diária
Resultado .: 24h após
Temperatura .: Sob refrigeraçao
Coleta .: Urina isolada, coletar com conservador alcalino (0.12 mL de carbonato de sódio 2 M p/ cada 5 mL de urina).
Código SUS .: 1106502-8
Código CBHPM .: 4.03.06.47-0
Interpretação .: Uso: monitoramento de função renal; marcador de rejeição de transplantes (especialmente renal); avaliação e prognóstico de mielomas, leucemia linfocítica crônica e atividade de SIDA. Sua dosagem urinária pode estar elevada em dano tubular.
Proteínas que passam pela membrana basal glomerular no rim sofrem filtração diferenciada. A permeabilidade é inversamente proporcional ao peso molecular. Apesar disto, somente quantidades diminutas de proteína são detectáveis na urina, porque grande parte das proteínas é reabsorvida nos túbulos.
A beta-2 microglobulina apresenta um PM de 12000 daltons, pertencendo à cadeia leve dos antígenos HLA de membrana. Consiste de duas cadeias polipeptídicas: uma cadeia pesada com estruturas antigênicas e uma cadeia leve. Sua determinação sérica auxilia na avaliação clínica da atividade imune celular e como marcador tumoral de linfócitos. Sua avaliação urinária permite observar distúrbios de filtração renal. A proteína é sintetizada no sistema linfático.
Valores aumentados: mieloma múltiplo, LLC, alguns linfomas não-Hodgkin malignos, outras patologias que promovam ativação clonal de linfócitos, doença de Crohn, hepatites, sarcoidose, vasculites, hipertireoidismo, infecções virais.
Valores diminuídos: algumas patologias neoplásicas.
Referência .: Até 300,0 ng/mL



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Lab Nobel Certificações: Categoria Platina da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC)
Programa de Controle de Qualidade do Centers for Disease Control and Prevention (CDC, Atlanta, Estados Unidos)